Home > Blog > CCAção > MAS AFINAL, O QUE É BRANDING? – Parte 3 – Valor

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Por Rodrigo Campos – CCA.

Nos grandes centros esse tema já está bem difundido, mas ando percebendo que em regiões com mercados e investimentos menores, como é o caso do Alto Tietê e até grandes cidades do interior de São Paulo, muitas pessoas ainda fazem mau uso do termo “branding” confundindo com publicidade, marketing, naming ou design. Estas aplicações impróprias têm causado muita confusão quanto ao seu real significado.

Mas, o que isso realmente significa e como funciona? Onde é que tudo começou e como pode criar valor? Para se beneficiar dos seus efeitos, deve-se primeiro ser estabelecido um entendimento comum de “branding”.

Para esclarecer melhor essas questões elaborei este artigo e irei disponibilizá-lo em 3 partes, com os seguintes temas: História, Definição e Valor.

Valor

É importante notar que “valor” de uma marca é definido de diferentes formas. Cada proprietário da marca vai avaliá-la com base em objetivos individuais. Por exemplo, um político pode medir o valor da marca em termos de votos, uma empresa em termos de lucros e uma organização sem fins lucrativos em contribuições. Já, consumidores valorizam vários fatores, desde o aspecto emocional e racional, da exclusividade e raridade até a segurança de comentários de outros consumidores sobre determinada marca.

Mas, não importa como o valor é medido, se a marca não entrega o que promete, é apenas uma promessa vazia. Sem uma base de clientes de confiança, uma marca não é nada mais do que um nome legalmente protegida, sinal, símbolo ou dispositivo.

“Branding” não é sobre levar as pessoas a escolher a sua oferta sobre a concorrência. É o ato de gerir as expectativas dos consumidores, de modo a condicionar o seu público-alvo a enxergar a sua oferta como a única resposta para uma necessidade específica. Definindo uma promessa realista e gerenciável do que a marca irá entregar e de que os consumidores podem esperar dela.

“Branding” tornou-se a espinha dorsal da estratégia empresarial moderna, impulsionando as decisões de compra dos consumidores e afetando quase todas as áreas funcionais de uma empresa. Com ofertas e produtos tão similares, as empresas encontraram no “branding” a única via de diferenciação.

Então, “branding” define posição no mercado (estratégia de marca) e, por meio de uma série de experiências relevantes, articula essa posição como promessa (identidade / posicionamento de marca). Quando estratégia e posicionamento alinham-se corretamente, a marca alcança posições de mercado sustentáveis ​​e favoráveis. E o mais importante, uma gestão bem feita e contínua garantirá a sua longevidade.

Para finalizar, compartilho esse vídeo, uma produção do escritório Urban Influence que esclarece o que é “branding” de um jeito fácil e divertido. A tradução e sincronização é da equipe do LOGOBR.

Leia também:
MAS AFINAL, O QUE É BRANDING? – Parte 1 – História
MAS AFINAL, O QUE É BRANDING? – Parte 2 – Definição

Rodrigo Campos é publicitário, pós-graduado em criação visual e diretor de arte na CCA Propaganda em Mogi das Cruzes. “Caso possua outras dúvidas, ou deseje apenas contribuir com outro ponto de vista, você pode deixar o seu o comentário ou enviar um e-mail para rodrigo@ccapropaganda.com.br, terei grande prazer em responder e debater novas ideias.”

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